quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Diretor apresenta componentes que virão com Xbox One; veja vídeo

A Microsoft divulgou nessa quinta-feira (8), um vídeo de 'unboxing' do Xbox One feito por Larry 'Major Nelson' Hyrb, diretor de programação do Xbox Live.
Larry mostra em detalhes tudo que virá na caixa do Xbox One. Entre as novidades, a inclusão de um headset. Em junho a Microsoft havia declarado que o novo console não viria com um headset incluso.
A edição mostrada no vídeo é a chamada "Day One 2013", que vem com esse logo gravado no controle, assim como o direcional cromado. Não sabemos se essa edição chegará ao Brasil, mas ela ficará limitada aos primeiros (pré) compradores.
Assista ao 'unboxing' do Xbox One:
O que vem na caixa
Todo o conteúdo da caixa é o mesmo para qualquer um que adquirir um Xbox One, exceto pelos detalhes cosméticos da "Day One Edition". A Microsoft confirmou ao site IGN que todos os consoles virão com o headset, não só a edição Day One.
O Major Nelson informou que a caixa aberta no vídeo é de um dos primeiros Xbox One já produzidos. Segundo o executivo, há poucos modelos prontos, cerca de 20, no máximo. Larry também afirmou que a GPU deste Xbox One já roda em 853 MHz.
Um outro detalhe importante é o cabo HDMI que acompanha o console: com o mesmo acabamento 'liquid black' do Xbox One, o cabo suporta imagens em 1080p, 3D e 4k.
O que vem na caixa do xbox one
1 Xbox One e Kinect 2.0
1 Headset
1 Controle
1 Cabo HDMI 4K
1 Cabo de energia
1 'Power brick'

Sobre as entradas e saídas do Xbox One:
entradas e saídas do xbox one
HDMI out
HDMI in
Entrada para Cabo Óptico Digital
3 entradas USB 3.0
Entrada para o Kinect (diferente do anterior)
IR out
Gigabit Ethernet

Sai em novembro
O kit de bateria para carregar o controle sem o console não está incluso, e será vendido por US$ 25 dólares nos EUA.
O Xbox One estará nas lojas em novembro. No Brasil, o console já está em pré-venda e custará R$ 2199.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Ryse Son of Rome: saiba sobre um dos principais jogos do Xbox One

Ryse: Son of Rome foi apresentado na feira E3 2013 como um dos títulos de lançamento para o novo Xbox One da Microsoft. Porém, o jogo havia sido originalmente anunciado para o Xbox 360, onde seria em primeira pessoa e utilizaria apenas o Kinect. Confira a evolução do título através das plataformas:

Ryse: Son of Rome surge remodelado com mais ação (Foto: guardian.co.uk) (Foto: Ryse: Son of Rome surge remodelado com mais ação (Foto: guardian.co.uk))

Onde tudo começou

O jogo foi anunciado originalmente na E3 2011, com o nome apenas de Ryse, sem subtítulo, e com lançamento previsto para o Xbox 360. O desenvolvimento estava a cargo da Crytek, empresa alemã conhecida pela série Crysis e por FarCry original, em conjunto com a Microsoft Studios.

Tratava-se de um título em primeira pessoa onde o jogador encarnava o papel de um soldado romano, Marius Titus, e lutava fazendo movimentos em frente ao Kinect. “Você é o controle. Você é o guerreiro”, dizia o trailer que mostrava golpes de espada, empurrões de escudo, cabeçadas e até mesmo um chute no melhor estilo “This is Sparta!”.

Quando Ryse esteve ausente na E3 2012, começaram rumores de que ele pudesse estar sendo remodelado para não ser mais um título exclusivo do Kinect e sim um “Melhor com Kinect”. Declarações do vice-presidente da Microsoft Studios, Phil Spencer, também davam a entender que ele estava sendo refeito para não exigir o periférico de captação de movimentos.

Ryse: Son of Rome evoluiu muito desde sua concepção em 1ª pessoa no Xbox 360 (Foto: gematsu.com) (Foto: Ryse: Son of Rome evoluiu muito desde sua concepção em 1ª pessoa no Xbox 360 (Foto: gematsu.com))

Após confirmar que o jogo continuava em desenvolvimento, Spencer respondeu se o título ainda seria exclusivo para o Kinect dizendo: “O Kinect será uma parte do jogo, definitivamente”, sugerindo a mudança de foco. A falta de sucesso de títulos do gênero para o Kinect, como Rise of Nightmares, pode ter sido um dos motivos.

Somente então na E3 2013 vimos o antigo Ryse renascer como Ryse: Son of Rome, um título remodelado, em terceira pessoa, agora exclusivo do novo Xbox One. Uma curiosidade é que o jogo não pareceu utilizar o Kinect em momento algum de sua apresentação, apesar de suas influências no design estarem presentes.


A maior reclamação de todos que assistiram a apresentação era a de que o combate estava repleto de Quick Time Events, momentos em que você precisa apertar apenas um botão em um determinado tempo para executar uma ação exagerada, como uma execução em God of War. Muitos perceberam que isso era pelo fato de que esses combates provavelmente eram executados pelo Kinect antes.

Logo após o combate, flechas são disparadas contra Marius e o exército entra em formação, ora para se defender, segurando o botão "A", hora para contra-atacar com lanças. Apesar das ordens serem dadas para o exército, elas parecem mais voltadas para o jogador.

Ryse ainda tem muito a mostrar e Marius Titus parece disposto a provar seu valor (Foto: itsartmag.com) (Foto: Ryse ainda tem muito a mostrar e Marius Titus parece disposto a provar seu valor (Foto: itsartmag.com))

Outro detalhe que fica aparente é que, por ser um jogo de Xbox 360 convertido para o Xbox One, os gráficos não impressionavam muito. Obviamente o visual do título era perfeito, mas vindo da Crytek, uma empresa conhecida por suas proezas gráficas, parece um pouco decepcionante que essa seja sua primeira demonstração de potência da nova geração.

É cedo para julgar Ryse: Son of Rome, pois muito pouco foi mostrado do jogo. A demonstração da E3 2013 estava um pouco repetitiva, mas dificilmente simboliza o produto final que chegará às lojas. Se vimos tão pouco da aventura romana de Marius, significa que ainda há para surpreender positivamente.


Fifa 14 terá modo Ultimate Team com amistosos online e outra novidades

Fifa 14 terá novidades no seu popular modo Ultimate Team das versões para PC, PlayStation 3 e Xbox 360. Entre elas estão a inclusão dos chamados Chemistry Styles (ou “Química de Estilos”), que irá aprofundar um pouco mais o balanceamento dos jogadores, e o aumento de 5 para 10 divisões. Além delas, o que mais chama atençao é o retorno de partidas únicas contra oponentes online, uma espécie de amistoso que você poderá usar como treinamento para testar seu time, algo bastante pedido pelos fãs.

fifa14_ultimate_team

No modo FUT, a Química dos jogadores é influenciada por diversas escolhas feitas pelo jogador, por exemplo, a formação escolhida e a posição em que o jogador foi escalado, com um valor variando de 0 a 9. O resultado da química de todos os jogadores resulta no total do time, que pode ser melhorada (ou piorada) pelas características do técnico, como nacionalidade.

Com a inclusão dos Chemistry Styles, você poderá aumentar a química de um jogador mesmo que o estilo de jogo escolhido desagrade-o. Por exemplo, se quiser que um time ofensivo jogue na retranca para segurar um resultado, seu time, nas versões anteriores, teriam uma química ruim, por não estarem acostumados com esse estilo. Com os Chemistry Styles você poderá alterar a tática de jogo mesmo que seus jogadores não estejam habituados à ela.

Além do estilo do time, você também poderá melhorar atributos do seu jogador. Por exemplo, se você atribuir à ele o estilo “Finalizador”, características como chute e cabeceio serão melhoradas. A EA confirmou 20 diferentes estilos, inclusive alguns específicos para goleiros, número que pode aumentar até o lançamento do game.

Em Fifa 14 será possível ver nas animações o porquê de um chute dar errado (Foto: Divulgação) (Foto: Em Fifa 14 será possível ver nas animações o porquê de um chute dar errado (Foto: Divulgação))

O funcionamento dos Chemistry Styles teve influência dos RPGs. “É como uma leve árvore de habilidades”, disse o produtor do FUT, Marcel Kuhn, para o site IGN. “Não é tão profundo quanto um RPG, obviamente, mas é uma leve árvore de habilidades, e nós queremos ver como os jogadores vão receber essa novidade. E vamos melhorá-la caso as pessoas gostem.”

Além dessas novidades, FUT 14 contará com uma melhorias no sistema de busca do mercado de jogadores, além de uma melhor interface para comparação de atletas. Você também poderá configurar praticamente todo seu time, desde quem será o batedor de pênaltis, passando pela numeração das camisetas e configurando até o jogador que usará a braçadeira de capitão.

Fifa Ultimate Team é um modo de jogo introduzida no Fifa 09. Nele, ao invés de controlar os jogadores do time, você deve gerenciá-lo, podendo criar um time, negociar jogadores e técnico, estabelecer a tática que será usada e trabalhar para manter os jogadores motivados, entre outros.

Novas animações visam aumentar realismo em Fifa 14 (Foto: Divulgação) (Foto: Novas animações visam aumentar realismo em Fifa 14 (Foto: Divulgação))

Segundo a Electronic Arts, responsável pela série Fifa, são jogadas 3.5 milhões de partidas do FUT diariamente, tornando-o o modo mais popular do jogo. Será possível compartilhar esses dados entre os consoles de diferentes gerações, sendo assim, todo seu progresso do PS3 poderá ser importado para o PS4. O mesmo acontecerá com o Xbox 360 e o Xbox One.

Fifa 14 será lançado dia 24 de Setembro para os consoles atuais e posteriormente para os consoles da nova geração (menos Wii U).

Battlefield 4 terá melhor performance no Windows 8 e Xbox One

Battlefield 4 terá uma melhor performance em PCs com Windows 8 e no Xbox One. Segundo a produtora DICE, isso ocorrerá pelas vantagens que apenas o mais recente sistema operacional da Microsoft oferece. O jogo é esperado para 29 de outubro no Xbox 360,PlayStation 3 e PC, com versões para Xbox One e PlayStation 4 no lançamento dos consoles.

Battlefield 4 terá performance superior em plataformas com Windows 8 (Foto: Gameranx)

A maioria dos usuários preferiu permanecer utilizando o Windows 7 para jogos, por oferecer mais estabilidade em relação ao seu sucessor. Porém, de acordo com Johan Andersson, responsável pela engine gráfica Frostbite 3 de Battlefield 4, o novo sistema operacional traz otimização exclusiva, da qual o título se aproveitará.
O segredo está em como sistemas baseados em Windows 8, incluindo o Xbox One, lidam com o DirectX 11.1. Enquanto o Windows 7 apenas utiliza alguns elementos do DX11.1, o Windows 8 tem acesso a todos, com formas exclusivas de otimização de processamento, o que trará uma performance superior para essas plataformas.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Parceria

Em Breve

Yu-Gi-Oh!



Yu-Gi-Oh!  é um mangá criado por Kazuki Takahashi. Produziu uma franquia que inclui vários anime, Trading Card Game e diversos video games. A maioria das encarnações da franquia envolvem o jogo de cartas fictício chamado Duel Monsters (originalmente conhecido comoMagic & Wizards) onde cada jogador usa cartas para um "duelo" entre si, em uma batalha simulada de duelo de "monstros". O Yu-Gi-Oh! Trading Card Game é a contraparte do mundo real para este jogo ficcional em que é livremente baseado.

terça-feira, 23 de julho de 2013

Xbox One Vs Playstation 4




Xbox One e PlayStation 4 são os dois grandes candidatos a "console do ano". Os videogames, anunciados por Microsoft e Sony, respectivamente, apostam na integração com a TV e com a internet e trazem processadores dez vezes mais poderosos do que a atual geração de aparelhos (Xbox 360 e PlayStation 3).

PS4 e Xbox One: quase o mesmo cérebro


Durante muitos meses, você pôde conferir, no Baixaki Jogos e no Tecmundo, uma enxurrada de rumores sobre os novos video games da Microsoft e da Sony. Diversos boatos apontavam que as duas companhias apostariam nas tecnologias da AMD para os processadores de seus consoles de oitava geração.





Xbox One vs PS4 vs Wii U: qual tem as melhores especificações? 

Agora, que já conhecemos as verdadeiras especificações, temos a certeza de que as duas gigantes dos video games apostaram na mesma fabricante. Parte da estruturação dos componentes foi desenhada pela Microsoft (no caso do Xbox One) e pela Sony (para seu respectivo console), contudo, os núcleos e demais elementos no interior dos chips foram preparados pela AMD.
Com o recente anúncio do Xbox One, podemos saber que os dois consoles vão trazer cérebros quase idênticos. A unidade central de processamento dos dois aparelhos é baseada na arquitetura AMD Jaguar. Os processadores vão contar com oito núcleos, os quais devem operar com frequência de 1,6 GHz — e cogitam-se clocks de até 2 GHz.
A quantidade de memória cache é a mesma nos dois dispositivos, o que significa igualdade para o armazenamento temporário de informações auxiliares de processamento. Além disso, o processo de fabricação indica que a CPU deve alcançar resultados similares e liberar pouco calor.


Xbox One perde em poderio gráfico


Os SoCs (System on Chip) dos consoles da Microsoft e Sony são muito parecidos, mas as empresas tomaram decisões diferentes na hora de definir como seus aparelhos vão cuidar dos gráficos. Apesar de ambos trazerem a arquitetura Radeon GCN, as características internas são distintas e vão resultar em grandes diferenças de desempenho.
A frequência do chip gráfico é a mesma para os dois aparelhos, porém o PlayStation 4 conta com 1.152 Unidades de Computação (processadores de shader), enquanto o Xbox One utiliza apenas 768 núcleos. A Microsoft relatou que o console oferece oito vezes mais performance que o Xbox 360, mas, na prática, ele deve entregar cinco vezes mais poderio que o antecessor.

Xbox One vs PS4 vs Wii U: qual tem as melhores especificações?

Apesar do número de núcleos não significar necessariamente melhor desempenho, a quantidade de FLOPS (Operações de Pontos Flutuantes) indica claramente que a GPU do Xbox One é 33% mais fraca do que a do PlayStation 4. Em números, pode ser que os gráficos do console da Sony sejam melhores, mas é preciso levar em conta a questão da arquitetura e da tecnologia de renderização — que são bem diferentes.

A memória pode fazer toda a diferença

A terceira característica que queremos colocar em foco é a memória. Nesse quesito, as duas companhias tomaram a decisão certa ao optarem por uma grande quantidade de espaço para dados temporários. Os módulos que totalizam 8 GB de memória RAM em cada aparelho são mais do que suficientes para dar conta de guardar dados do sistema, dos jogos e de apps que rodam em segundo plano.
Essa gigante quantidade de RAM é crucial para que os video games possam trabalhar com grandes pacotes de texturas, utilizem filtros mais avançados e mantenham funções (como o compartilhamento e captura de vídeos) do sistema sempre disponíveis.
Ainda que as duas empresas tenham acertado na quantidade, parece que a Microsoft cometeu uma gafe na hora de definir a tecnologia desses componentes. As memórias DDR3 são muito rápidas e perfeitamente competentes para a maioria das atividades (computadores utilizam essa tecnologia e são mais rápidos que o PS4 e o Xbox One).
Todavia, quando falamos em processamento de gráficos para jogos, qualquer mínima diferença é essencial. Nesse caso, a esperteza da Sony foi trabalhar em uma arquitetura capaz de aproveitar módulos de memória GDDR5 (baseados no padrão DDR3), que são compartilhados para todos os componentes.

Xbox One vs PS4 vs Wii U: qual tem as melhores especificações? 

 Os módulos dos dois video games usam a mesma interface (256 bits), mas o clock elevado de 5.500 MHz no PS4, contra 2.133 MHz do Xbox One, garante a surpreendente largura de 176 GB/s — enquanto o Xbox consegue apenas 68,3 GB/s. Isso quer dizer que a GPU do PlayStation 4 é equivalente a uma Radeon HD 6970.

O truque do Xbox One


Para compensar esse probleminha de lentidão da memória, a Microsoft colocou uma memória auxiliar embutida no SoC de seu console. A memória eSRAM instalada próxima à GPU e à CPU serve para garantir agilidade na troca de informações importantes. Esse componente embutido pode ser compartilhado e aumentar a performance geral do aparelho.
Segundo os detalhes da AnadTech, o Xbox One conta com apenas 32 MB de eSRAM, o que pode parecer — e realmente é — muito pouco. Todavia, se esta memória for usada apenas como um cache, ela é mais do que suficiente para realizar sua tarefa. A largura de banda deste componente chega a 102 GB/s (51 GB/s em cada direção da comunicação interna).
Juntando a largura de banda da eSRAM (102 GB/s) com a da memória RAM (68,3 GB/s) e com a da comunicação entre GPU e CPU (30 GB/s), o cálculo fecha e bate com o número que a Microsoft apresentou: 200 GB/s de largura de banda do sistema.



Claro que não funciona dessa forma e foi uma péssima ideia passar apenas esse número para o público, mas foi uma maneira que a companhia encontrou de superar a concorrente. É como se a Microsoft tivesse dois carros: um alcança 80 km/h e outro chega a 120 km/h, e os dois juntos conseguem 200 km/h. Deu para entender a propaganda forçada?